domingo, 7 de setembro de 2008

Vale o quanto pesa...





A carta de um Homem (sobre as Mulheres) - autor desconhecido

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo.
As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza.... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda!
As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longoria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... Viveram!
O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!

Assinado: UM HOMEM
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Recebi este texto em um email de uma pessoal muito especial. Mas fiquei pensando, não gostei. Achei preconceituoso. Eu sou magra e sou super feminina. Concordo que o peso não define quem somos, o que queremos... Mas isso vale tanto para quem está acima ou abaixo dele, independente de curvas, retas, muita bunda, pouco peito, uma estria aqui, uma celulite acolá ou vice e versa.

Qual é o problema em ser magra?! Ou gorda?! Em se ter 18, 22, 25, 36, 65? Já pensou se todas quisessem os ‘garotões’ sarados, queimados de praia com seus 20 e poucos anos? O que seria daquele ‘mocinho’ da faculdade, que deixa a barba por fazer, usa óculos, All Star e toca violão no intervalo? Ou daquele vizinho advogado, ‘coroa’, de terno bem cortado, gravata colorida e uma filha adolescente? O que seria da diversidade? Do direito de ser diferente? Da paixão que não escolhe por quem, quando ou onde vamos cair por ela? Abaixo aos estereótipos!

Clarice dizia que a sina da mulher é ser mulher e já que ela o é o jeito então é ser. Este ser mulher não se define somente por características físicas, tem que se sentir mulher. E isso, sendo magra, gorda, alta, de cabelo liso ou cacheado, faz da mulher esse ser sublime. Que lei da natureza é essa? O que magreza ou obesidade tem haver com bom-humor? Em ser boa ou não de cama? De ter mais ou menos chances com alguém do sexo oposto? De ser traída ou não? Que mal tem em querer cuidar de si, querer melhorar aquilo que talvez não seja como você gostaria que fosse? Que mal há em gostar da gente e querer estar feliz?

Se existem homens que atravessam o atlântico por Jolies, Longorias, Moores e afins, conheço outros tantos que atravessariam o Saara ao sol do meio dia por, Bündchens, Fontanas, Campbells e outras mais. A questão é: tem gosto pra tudo. Mesmo! Há quem goste de preto e há quem goste de azul. O que não dá é pra generalizar, criar um padrão físico ‘fordista’ para as pessoas.

Acho um espetáculo as curvas, mas estou feliz com as minhas retas (claro que não ligaria em ganhar dois ou três quilinhos...) e não me sinto menos mulher ou menos desejável por isso, cada um joga com o que tem, o importante é estar feliz consigo próprio.

E fiquei pensando, Adélia disse que mulher é desdobrável. E se desdobram em muitas. O maior atributo da mulher não é seu corpo curvilíneo ou mingon, é o seu amor-próprio, sua autenticidade, sua inteligência, e quem têm isso como ideal, independente dos atributos físicos, conquista não só os homens, mas o mundo!
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Postscriptum:
Caros amigos. Passou...Finalmente!
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Trilha Sonora - A música que embala o momento:
Fato Consumado (Djavan_Djavan)
 Djavan ao - vivo - Fato Consumado

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Espetáculos - O que a Bailarina anda assistindo:


"Estação Melodia"_Luiz Melodia (De passo à passo...Passo.)
"Tempo Quente"_Marina Machado (E a felicidade bem diante do nariz...)

8 comentários:

Carla disse...

Ah.. eu acho que não se deve levar esse texto tão a sério (e vários outros do mesmo tipo).. É apenas mais um texto pra elevar a auto-estima da mulher mais cheinha, já que o padrão de beleza imposto é o da mulher magra, seca...
O que sempre importa, no final, é o qto vc se sente bem... e isso acaba passando para os homens tbem...
Beijinhos..

Idiotilde disse...

Quem escreveu namora uma gorda! ;-)

Ah, e eu tô fora dos gordinhos!

Anônimo disse...

Amore,
Vc sabe bem o q vale!!
Vale a beleza aceitável.
Seja gorda com uma bunda gostosa, seja magra com um peito durinho.
Seja um coroa, mas gostosão, Seja uma coroa, mas bem de vida.

Vale aquilo q vc rosolver fazer valer, pq permitir entrar na nossa vida algué de beleza aceitável é muito mais fácil.
Seja homem, se gordo pelo menos bem humorado, afinal cabe ao gordo a palhaçada. Seja magro, mas tentando ganhar peso, q seja com aqueles suplementos q o balde já da medo. Seja velho, então grisalho, pq é mais charmoso.
Mas pelo amor de Deus q seja Rico,
pq homem pobre ninguém, merece!!!

Quem nunca fez nunhma destas observações??

Love u so!!

aline disse...

Ei minha querida!! Vamos sambar muito na semana que vem, certo?
Muitas novidades para contar...
Grande abraço,

Aline Calixto

Luz disse...

Olá! Adoreeei o texto! Eu não estou entre as gordinhas, mas acho alguns gordinhOs tão charmosos! hehehe
Beijooo!

olga disse...

Enquanto ia lendo o texto ia concordando e discordando...
Parece que realmente o autor tem uma gordinha em sua vida. hehe
E também achei preconceituoso. Realmente o que seria do cara da faculdade que usa All Star e toca violão?! O importante e sermos nós o que somos, independente do que os outros pensam. Gordas, magras, feias pra alguns, lindas para outros... Ser mulher já é algo sublime!

Beijos :)

Késia Maximiano disse...

Nada como as diferenças que nos fazem únicos, não é verdade?

Adorei o teu cantinho!
Um viva! A doçura da bailarina...

Victor Hugo disse...

A delicadeza sagaz e envolvente da bailarina NUNCA serão superadas por curvas e excessos...És o que és! E é disto o que eu mais gosto.

Beijo,