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Coração de Duralex

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Então, essa é a realidade! Tô com o coração em caquinhos, pequenos e difíceis de juntar. Fazer o quê?! Se apaixonar é uma roleta russa, às vezes dá certo, outras não. É um tiro no pé que dói, dói mesmo, dói muito e às vezes é difícil suportar tanta dor. Parece que vai faltar ar, faltar chão, faltar espaço, faltar o controle sobre a gente mesmo. Tudo isso porque falta, falta o amor do outro, a reciprocidade do outro, a mão do outro, a paixão do outro, falta o outro. E por falar em ‘caquinhos’, lembrei daqueles copos DURALEX, que quando quebram se partem em diversos pedaços sem pontas que facilitam na hora de recolher. Será que tem jeito do meu coração ser de vidro DURALEX?! Se não tiver, tem jeito dele ao menos ser mais resistente na queda?! Porque o pior da ilusão é o tanto que a gente se machuca quando ela acaba, todas as outras coisas a gente passa por cima, dá um jeitinho de amenizar, mas quando se trata da gente, de recolher os nossos caquinhos, de se refazer, a coisa é bem mais co...

Após um longo e tenebroso inverno...

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(...) Estamos de volta! De volta por estas paragens, por estas terras onde há dois anos eu tenho contado as minhas peripécias pelo mundo, mesmo quando o mundo não ultrapassa as fronteiras das montanhas de BH. Obrigada à todos pelo carinho, emails, mensagens perguntando quando estaria de volta. As férias foram necessárias caros amigos, como ainda são necessárias algumas muitas coisas que com o tempo se ajeitam! Divirtam-se com o novo layout , com as novas peripécias, os novos posts e a mesma Bailarina de sempre! Abraços saudosos, Bailarina PS: Favorzinho...Alguém tem o código HTML que impede o ctrl-c-ctrl-v dos textos?! Mandem pra mim, perdi o meu quando refiz o layout!

26...

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"Envelhecer, certamente, com a mente sã. Me renovando, dia a dia, a cada manhã. Tendo prazer, me mantendo com o corpo são. Eis o meu lema, meu emblema, eis o meu refrão!" Houve uma época em que tudo o que eu queria era fazer 18 anos. Os 18 chegaram, a ‘maioridade’ chegou e junto com ela toda a responsabilidade que se adquire obrigatoriamente. Mas fora isso não mudou muita coisa e logo chegaram os 19, os 20, 21 e por aí vai. Quando fiz 25, parei para pensar que já eram muitos anos de vida, ¼ de século, muita água que havia passado por baixo da ponte. Fiquei satisfeita com o saldo até ali e vivi bem a ‘nova idade’. Agora chegaram os 26, alguém brincou comigo que se até então havia subido a ‘serra’ chegou o momento de começar a descer, mas descer pra onde?! Se estou ficando mais velha em contrapartida (ou seja lá como for que se escreve nessa nova regra – Alguém me dá uma gramática de presente?!) estou ficando mais experiente e consequentemente, crescendo. Mas confesso que pela ...

Extra!

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Fonte: http://www.brancasnuvens.wordpress.com/

O menino do nariz arrebitado...

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Um conto lúdico sobre uma certa 'teoria'. O menino da nariz arrebitado saia todas as noites, boêmio como ele só, tocava violão, escrevia poesia, sabia filosofia e gostava de Descartes. Ele tinha o cabelo preto, retinto, que vivia sempre bagunçado, mas o seu nariz arrebitado era a sua marca registrada. O menino do nariz arrebitado, vivia cercado de amigos, de amigas e de uma porção de gente, ele gostava de pessoas e de estar com elas. O menino do nariz arrebitado era um homem e já não era nem tão menino assim. Um dia ele resolveu sair de casa sem pretensão alguma que fosse, resolveu assim, de bobeira. Se arrumou todo, colocou aquele velho all star , aquela camisa branca, aquele jeans surrado e perfume com cheiro de bergamota, cardamano, cedro e sândalo, podia ser estereótipo, mas não, por conta daquele seu nariz arrebitado. Ele foi pra noite, e aproveitou como sempre, aproveitou como nunca e aproveitou. Num determinado momento da noite, lá pelas tantas da manhã, o menino do nari...

Força da Imaginação...

Força da imaginação, vai lá, além dos pés e do chão, chega lá... O que a mão ainda não toca, coração um dia alcança... Força da imaginação, vai lá! E como vai... ----------------------------------------------------------------------------- Força da Imaginação - Arranco de Varsóvia (D. Ivonne Lara e Caetano Veloso)

A ditadura do relógio...

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(ou 'O relógio amarelo') Vivo a ditadura do relógio. O tempo não corre, sou eu quem corre atrás dele. Pra mim, seriam necessárias muito mais que as 24 horas de um dia. Poderiam ser 72 e ainda sim me faltaria tempo. E não pense que não sei que ele é relativo. Afinal, para mim com milhões de coisas a fazer, ele passa de uma forma, para a mãe que espera seu filho, para a criança que cresce, para o enfermo que espera a cura ou para o presidiário que cumpre a sua sentença ele passa de outra, diferente certamente. Cada um tem o seu tempo e faz com ele o que bem entende. O ‘meu´ tempo é dividido de forma desigual. Trabalho, freela , família, projeto, amigos, aula, cachorro, samba, academia, dormir, escrever... Cada coisa quer uma parcela maior para si desse meu tempo tão escasso. E eu quero só tempo pra mim. Quero tempo para correr pro prazer. Quero tempo para o ócio. Quero tempo só para ter tempo. Quero tempo pra dizer sim ao invés de não. Quero tempo para não atender ao telefone. Qu...